10 agosto, 2009

Maravilhoso amor



Maravilhoso amor
É o amor de Deus por mim
Que nos olha como santos
Nos recebe como somos
Eterno e sem fim...
Maravilhoso amor
-Jorge Camargo-


A pouco trocando e-mails com a minha namorada, Mari, ela me perguntou qual eu achava que era a maior barreira que se formou entre o homem e Deus com o pecado. Falamos sobre culpa, medo e amor.

Quando Adão pecou ele cheio de vergonha foi tomado por um instinto de culpa e com medo se escondeu, porque ele fez isso? Deus vinha visitá-los no jardim ao final de cada tarde, e foi em uma dessas tardes que Deus sentiu falta de algo... Adão e Eva haviam se escondido. Porque? Eles tiveram a errada opinião, que habita a vida de cada ser humano, de que nossos erros são maiores que o amor de Deus, e isso gera culpa.

E se esconder é o que normalmente fazemos quando nos sentimos culpados. Nos enchemos de medo e nos escondemos, atrás da moita da religiosidade, das regras e da ética, e com nossos esforços criamos um falso eu, alguém que adimiramos e que os outros adimiram mas que não passa de folhas de figueira juntas.

A maior barreira que o pecado criou se chama religião. O inútil esforço humano para receber o favor e a aceitação de Deus. Por isso Jesus morreu, para reconciliar todas as coisas com Deus através do amor.

"(...) eu me gloriarei ainda mais alegremente em minhas fraquezas, para que o poder de Cristo repouse em mim." (2 Coríntios 12:9)



por Gutojardim

Como permanecer forte



"(...) há amigo mais chegado do que um irmão." (Provérbios 18:24)

Algum tempo atrás assisti um documentário sobre as fortes e muito altas árvores conhecidas com o nome de Redwoods (Sequóias). Essas árvores duram algumas boas centenas de anos; já foram encontradas algumas com mais de dois mil anos de idade e chegam a alcançar 150 metros de a altura e – curiosamente – as suas raízes apenas se aprofundam de 3 a 4 metros abaixo da superfície.

Como é que esse portentoso monumento vivo consegue permanecer de pé e se sobrepondo aos testes das grandes tempestades e ventanias? Simples. Elas crescem e permanecem juntas e suas raízes se interligam com as raízes de outras sequóias que estão próximas.

As sequóias permanecem fortes porque elas permanecem juntas!

No mundo atual homens tem a forte mentalidade de “deixa que eu me viro sozinho.” Como precisamos aprender com a lição da sequóia! É verdade que muitas disciplinas espirituais requer solitude, mas isso não significa que sempre é bom estar só.

Quando buscamos relacionamentos com outros homens que também estão buscando seguir a Jesus, nós nos engajamos na disciplina espiritual da comunhão. Homens que se abrem com honestidade e vulnerabilidade para outros homens, encontram solidez e encorajamento nas tempestades e vendavais desta vida. É muito mais do que diz o ditado: “miséria detesta solidão.” É muito mais de: “Eu sei que Deus é real porque eu O sinto em você.”

Assim como as fortes sequóias, quando permanecemos juntos como homens, nós somos também muito melhores e muito mais competentes de sermos fortes líderes tanto em casa, na família como na sociedade.

Seu, pelas almas dos homens, Nélio DaSilva, Coordenador Nacional - Homens de Valor


retirado de Genizah

04 agosto, 2009

Aqui, Além e Agora



A Igreja Cristã da Família, ao longo de sua história, sempre promoveu e assumiu responsabilidades missionárias. Em alguns momentos o fez com intensidade; em outros, lentamente. Nossas experiências foram, em sua maioria, positivas. Cada um dos envolvidos nos projetos em vários estados do Brasil e em outros países pode contar os resultados da empreitada. A obra de Missões aponta para a saúde espiritual da igreja. Uma igreja saudável tem missões como prioridade. Ausência de ações nesta área demonstra imaturidade, fragilidade ou até enfermidade espiritual.

Historicamente constatamos que as maiores ações missionárias ocorrem quando há uma liderança visionária e uma igreja consciente, comprometida e bem informada. Pelo menos foi nesse contexto que eu e minha esposa tivemos nossa maior experiência em missões. Há mais de 20 anos, priorizou-se estabelecer uma igreja forte no nordeste do Brasil, sul do estado do Piauí, na cidade de Avelino Lopes. Em meio a erros e acertos os esforços redundaram em sucesso. Hoje temos quase uma dezena de igrejas na região, levando em consideração os novos pontos de pregação.

Porém, a visão precisa ser constantemente renovada, ampliada, reavaliada. É preciso olhar o que já foi feito e visualizar o que ainda podemos fazer; levar em consideração que nosso trabalho não acabou; nosso chamado continua e vai além. A necessidade é a mesma de vinte anos atrás: Jesus precisa ser pregado e a igreja precisa ser implantada onde há falta dela. Sempre houve e sempre haverá o risco de esfriarmos nossas ações missionárias. Tendemos a nos acomodar e a aplicar a política do "menor trabalho"; ou da espera da "melhor oportunidade" - que nunca chega ou sempre passa.

Hoje a Igreja Cristã da Família é constituída por várias igrejas associadas. Muitas dessas igrejas fruto do trabalho missionário de igrejas mais antigas. Porém, a continuidade do trabalho missionário se faz com igrejas saudáveis que priorizam esta ação como parte de sua razão de existir. Por isso Missões é parte de nossa identidade, configurando um de nossos Pilares. É a igreja local que vai insuflar ânimo, despertar chamados, preparar vocacionados e enviar missionários. Insisto que esse é o trabalho mais elevado de uma igreja. Todos os demais apontam para ele.

Bruce L. Shelley em seu livro História do Cristianismo ao Alcance de Todos (ed. Shedd Publicações) mostra três razões da expansão do cristianismo nos primeiros séculos.

* Primeiro, os cristãos eram movidos por uma convicção inabalável. Eles estavam conscientes de terem conhecido o Messias e não podiam guardar para si as notícias da salvação. Se necessário fosse dariam a vida para demonstrar essa verdade.
* Segundo, o evangelho apresentado foi ao encontro das profundas necessidades do coração das pessoas. Isto é, a pregação do evangelho supria e satisfazia.
* Terceiro, a expressão prática do amor cristão era visível e impactante até para os pagãos que reconheciam dizendo: "Vejam como esses cristãos se amam"(escreveu Tertuliano).

Tenho a impressão que nossa igreja pode fazer muito mais do que tem feito. Você pode avaliar estes três fatores, quer em sua igreja ou em sua própria vida, e concluir se alguma coisa está faltando. Há convicção inabalável da fé? O evangelho pregado ou, melhor, vivido alcança os corações? Há prática de amor cristão genuíno e visível aos incrédulos? Se há sejamos missionários aqui, além e agora.


por Joubert no blog Em Família

03 agosto, 2009

Playing for change



Música, um dos pilares da arte, capaz de expressar e atingir emoções e sentimentos, e o melhor elixir para acalmar as pertubações da alma, seria capaz de unir a raça humana sob a bandeira da paz?

O movimento Playing For Change viajou ao redor do mundo em busca de inspiração, com paixão para conectar o mundo através da música.

War/No More Trouble | Playing for Change


Don't Worry | Playing For Change



Assista mais vídeos aqui

O Vestibular de Deus



A psicologia entende como adolescência, o período compreendido entre 12 e 18 anos, podendo se estender até 21, dependendo do caso. Para alguns essa é a verdadeira “melhor idade”!

É quando chega a época do vestibular que percebemos que o tempo passou, e que algumas responsabilidades precisarão ser assumidas.

É importante que o adolescente esteja bem preparado para este momento. Para alguns, o vestibular significa independência, para outros, uma maneira de provar sua competência, que em alguns casos, ele julga ter sido muito questionada. Há quem veja o vestibular como mais um monstro a ser enfrentado. Entretanto, é preciso entender que no mundo moderno, estudar tornou-se o grande diferencial para um futuro profissional mais seguro, e que embora tal esforço custe um alto preço, traz benefícios singulares para a vida do jovem.

Na verdade, a vida pode ser comparada a um grande vestibular. Todos os dias temos uma prova a superar, temos perguntas a responder, algumas bem complexas. Diariamente também você tem que enfrentar a concorrência em algum aspecto da vida, e as vezes, tem que provar a si mesmo que pode superar certo obstáculo.

Mas e na vida espiritual? Não é verdade que ela é como um vestibular a cada dia? Entretanto, para entrar na universidade de Deus é preciso de um outro preparo. É indispensável que o candidato passe na prova de Cristologia, pois conhecer a Cristo faz toda a diferença na vida. Você conhece a sua Bíblia? É bom estudá-la com seriedade, pois ela nos ajuda a entender a nossa própria história. Muitos são reprovados na prova de Perdãologia , uma vez que guardam mágoas e amarguras no coração, fruto de conflitos mal resolvidos. Na avaliação de Deus, isso não passará despercebido.

Se o pecado vem ao encontro do seu coração, numa velocidade constante de 100 km por segundo, e considerando-se que no ponto B, um versículo da Bíblia que você lembrou, parte numa velocidade igual para combatê-lo, e levando-se em conta a distância de 45 cm entre seu coração e sua mente, responda: Em quanto tempo o pecado será combatido? Prepare-se, isso é Física Espiritual.

A Matemática Divina é onde muitos ficam para trás. É preciso aprender a fórmula: Tudo menos Deus é igual a nada, que pode ser representada por T – D = 0, e assimilar o conceito de que dar é melhor que receber, ou seja: D > R, por isso na prática, precisaremos fazer melhor as contas, na hora de contribuir para a obra de Deus. Também você dependerá de conhecer a fórmula inversa: Nada mais Deus é igual a tudo (N + D = T).

A “Linguística do céu”, que é uma matéria que avalia o que você fala e como fala, e quanto pensa antes de falar, tem peso alto no vestibular de Deus. "Tome cuidado, seja tardio para falar, tardio para irar, pronto para ouvir" (Tiago 1:19). Vale lembrar que duas outras matérias costumam reprovar, a "Famílialogia", que avalia como você se relaciona com seus familiares, e "Igrejalogia", sobre seu relacionamento com os da igreja.

Viu só? É melhor se preparar com muita oração. Temos mais um ano pela frente. Feliz vestibular!


por Sérgio R. Ferreira

Tweet your prayers



O lugar mais sagrado do judaísmo também entrou para a onda do Twitter. Já é possível entrar no Muro das Lamentações, localizado em Jerusalém, Israel, por meio do serviço de microblog. Assim, fiéis de qualquer parte do mundo podem colocar suas orações nas pedras de dois mil anos de idade sem sair de casa.

O Tweet Your Prayers explica que as mensagens devem ser enviadas ao blog @thekotel, publicado dentro do site Twitter, para depois serem impressas e levadas ao muro, unindo-se às milhares de notas escritas a mão, colocadas por visitantes que esperam a realização dos seus pedidos.

O portal não cobra pelo serviço e os usuários são convidados a fazer doações e também a acessar artigos de editoras de livros religiosos.

Troco 100 scraps por 1 abraço



A cada ano que passa eu recebo mais scraps no meu aniversário e menos abraços. Tudo começou com a popularização do celular há alguns anos atrás. Meus amigos e familiares começaram a me ligar no dia do meu aniversário e pararam de vir me visitar para me dar um abraço, desejar um feliz aniversário e comer um bolinho da minha mãe. Mas foi depois do Orkut que todos sumiram de vez.

Agora, quando chega o meu aniversário, entro no meu computador e gasto horas lendo todos os scraps maravilhosos que recebo. São pessoas de longe, de perto, e o mais engraçado, dos meus vizinhos também. O problema é que leio no fim das frases: "bjs e abraços", mas não os sinto. O fato de só lê-los não me faz sentir que realmente fui lembrado e visitado.

Por sinal estou ficando neurótico. Não sabia que tantas pessoas faziam aniversário cada dia. Todo dia vejo no Orkut uma lista de pessoas que nem conheço tão bem assim, mas vi em um acampamento ou num evento, que estão fazendo aniversário e, pelo fato do Orkut me lembrar, me sinto na obrigação de mandar um scrap, mesmo sabendo que se não fosse o Orkut não teria a mínima possibilidade de eu saber que este colega estaria fazendo aniversário.

O que fazemos com esta pressão? Mandamos o scrap por desencargo de consciência!

Por isso lanço essa campanha solidária, onde deixo bem claro que troco 100 scraps de feliz aniversário por um abraço.

Não sei no mercado de valores quanto está valendo um abraço, mas sei que, proporcionalmente, para mim, 100 scraps valem 1 abraço; os scraps animados estão muito mais desvalorizados: 1000 por 1; um depoimento está valendo 45 por 1; um telefonema está valendo 20 por 1 e uma carta de correio escrita a mão está valendo 5 por 1.

Essa grande tabela de valores muda todos os dias, mas de uma coisa eu tenho certeza: quando vamos avaliar mesmo o que nos faz sentir amados pelos nossos amigos, os scraps não estão valendo nada. Por isso fique sabendo que quando você vir a minha foto e de muitos amigos que tenho conversado na lista de aniversariantes do seu Orkut, estamos trocando 100 scraps por 1 abraço.


por Marcos Botelho

02 agosto, 2009

Greve de bigode



Mais uma manifestação contra o senador José Sarney na rede. Agora, dois criativos da Talent - o diretor de arte Ricardo Silveira e o redator Viton Araújo - assinam o blog "Greve de Bigode - Só tiro o meu quando o Senado tirar o dele".

De forma bem-humorada, eles sugerem que todos, sejam homens, mulheres e crianças, mandem suas fotos com bigodes em sinal de protesto contra o Presidente do Senado - além de brincadeiras, como a foto do grupo The Beatles - veja imagens abaixo.

Até o britânico The Guardian já divulgou a manifestação. Uma votação escolherá o melhor bigode masculino e o melhor bigode feminino. Os Vencedores ganharão camisetas com a frase "Todo Charlie Brown tem seu dia de Charles Bronson e vice-versa".


Ricardo Silveira
Em greve desde 13 de julho de 2009.


Viton Araújo
Em greve de 14 de julho de 2009.


Laís Kantor
Em greve desde 14 de julho de 2009.


Jocão Braga
Nova geração em greve desde 15 de julho.


The Beatles
Em greve desde 1966 – quando o bigode do mal assumiu o governo do Maranhão.

Missões Urbanas



Sua cidade é seu primeiro campo missionário. Nela, várias nações clamam por salvação.

Durante algum tempo, nossas estratégias de missões se resumiram ao ensaio e a apresentação de mímicas nas praças. Era muito bom, porém nos dias atuais, na correria em que vivemos, percebemos que as pessoas não param mais para ver uma apresentação de mímica em uma praça, ou para dar atenção e ouvi alguém falar sobre Jesus e o plano da salvação.

Quando percebemos que nossos esforços não estavam alcançando o resultado esperado, pois até mesmo as pessoas que ensaiavam para apresentar os teatros estavam desanimadas e sem tempo, oramos e pedimos a Deus que nos mostrasse uma estratégia nova e diferente. Foi quando começamos a olhar à nossa volta, e percebemos que de alguma forma estávamos negligenciando o campo urbano que Deus nos deu. Então começamos a servi de uma maneira mais prática, mais eficiente e mais eficaz.

Logo na primeira chamada, um monte de gente com o coração no serviço se prontificou a ajudar, e fomos para um abrigo de crianças abandonadas nas proximidades da Vila Mariana. Isso nos levou a outros abrigos, asilos, moradores de rua, favelas, voluntariado para as vítimas de Santa Catarina... E agora, para as vítimas das enchentes no Nordeste.

Deus tem mudado nosso foco em relação às missões, tem colocado a vontade de servir em nossos corações, e nos mostrando as inúmeras formas que temos para cumprir isso em nossa cidade e viver o amor de Deus mais próximo das pessoas que carecem desse sentimento.

Quando você se sentir meio sem foco, ou sem saber o que fazer, porque sente o chamado missionário e ainda não conseguiu ir para a África, olhe para o lado e veja que Deus lhe deu todas as condições de ser um verdadeiro missionário urbano.

Sua cidade é seu primeiro campo missionário. Nela, várias nações clamam por salvação.


por Saulinho (ICF - Vila Mariana)

01 agosto, 2009

A Igreja que não existe mais!




“Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens e os repartiam por todos, segundo a necessidade de cada um. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E cada dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos.” (Atos 2:43-47)

Na época do surgimento da Igreja do Novo Testamento, a palavra igreja significava, apenas, uma reunião qualquer de um grupo organizado ou não. Assim, o texto nos revela que havia um grupo organizado em torno de sua fé (Todos os que criam estavam unidos) – todos acreditavam em Cristo.

Segundo o texto, os participantes do grupo do Cristo não tinham propriedade pessoal, tudo era de todos (tinham tudo em comum)– os membros desse grupo vendiam suas propriedades e bens e repartiam por todos – e isso era administrado a partir da necessidade de cada um; e se reuniam todos os dias no templo; e pensavam todos do mesmo jeito, primando pelo mesmo padrão de vida (unânimes); e comiam juntos todos os dias, repartidos em casas, que, agora, eram de todos, uma vez que não havia mais propriedade particular; e eram alegres e de coração simples; e viviam a louvar a Deus; e todo o povo gostava deles, e o grupo crescia diariamente. Diariamente, portanto, havia gente acreditando em Cristo, se unindo ao grupo, abrindo mão de suas propriedades e bens e colocando tudo a disposição de todos.

Essa Igreja era a Comunhão dos santos – chamados e trazidos para fora do império das trevas, para servirem ao Criador, no Reino da Luz.

Essa Igreja não precisava orar por necessidades materiais e sociais, bastava contar para os irmãos, que a comunidade resolvia a necessidade deles.

Deus havia respondido, a priori, todas as orações por necessidades materiais e sociais, fazendo surgir uma comunidade solidária.

O pedido: O pão nosso de cada dia, dá-nos hoje." (Mateus 6:9) estava respondido, e diariamente.

Então, para haver o “pão nosso” não pode haver o pão, o bem ou a propriedade minha, todos os bens e propriedades têm de ser de todos.

Mais tarde, eles elegeram um grupo de pessoas, chamadas de diáconos – garçons, para cuidar disso: "Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais constituamos sobre este importante negócio." (Atos 6:3). Então, diante de qualquer necessidade, bastava procurar os garçons, que a comunidade cuidava de tudo. Era o princípio do direito: se alguém tinha uma necessidade, a comunidade tinha um dever.

Essa Igreja não existe mais!


por Ariovaldo Ramos