
Esses dias está acontecendo em Vancouver a Olímpiada de Inverno 2010. Um dos maiores eventos de esporte do mundo, e que a respeito das Olímpiadas normais atrai os olhares atentos do mundo todo, até de países onde neve só na tv como o caso do Brasil.
Mas o que mais chama a atenção nos jogos não é a velocidade das descidas rápidas de esqui, as manobras do snowboard ou a arte da patinação no gelo. O que chama realmente a atenção é até onde os competidores estão dispostos a competir pela medalha de ouro.
Isso me faz pensar em como muitas vezes competimos na vida: ultrapassamos e fechamos carros para não perdemos nosso lugar no transito de Sampa, aumentamos o volume do nosso som para que o vizinho que gosta de pagode engula pelos ouvidos o nosso rock, tentamos crescer e ganhar promoções no trabalho mesmo que isso signifique atropelar nossos colegas e superiores, e outros competem com o melhor amigo pela garota X e depois que fica com ela o rapaz se cansa dela e corre atrás da garota Y.
O engraçado é pensar que essa sede por competir com os outros existe dentro da igreja, não só na questão de quem tem o melhor ministério, isso vai além, vai até o ponto de quem é mais santo, quem tem mais fé ou mesmo quem vai morar no céu e quem não vai (sério! já vi disso também), bem coisa de fariseu, e essa primazia competidora vem desde a época do cultinho afinal quem não tinha uma certa invejinha do coleguinha que contava mais vitórias da semana e daquele que ganhava todas as competições que a tia fazia.
Vi isso no acampa desse ano, vi como a sede por vencer sobe a cabeça, fui vítima disso na verdade (haha, ano que vem tente apitar algum jogo para você ver como o sangue sobe na cabeça dos times na hora que eles estão perdendo). Competir é a lei, afinal Paulo comparou a vida cristã com uma corrida, devemos competir devemos vencer... nem deve ter passado na mente de quem entendeu assim que o competir e o bom combate se referia a disputar consigo mesmo, com seu "EU", com sua carne, com suas convicções humanas, com a indiferença para com o próximo, com a voz que sussurra dentro do seu ego a falsa regra do jogo: ambição!
Sabe eu quero ver, cenas como essa aqui acontecerem na minha vida, quero abrir mão de fazer um gol para o goleiro adversário ser atendido, quero dar minha vez ao outro, quero carregar a minha cruz sabendo que nela se encontra minha missão que tem como objetivo a vida do próximo não a minha, quero ver meu ego sendo suprimido pelo amor de Deus. Nisso sim, eu quero ganhar a medalha de ouro!
por Gutojardim
Mas o que mais chama a atenção nos jogos não é a velocidade das descidas rápidas de esqui, as manobras do snowboard ou a arte da patinação no gelo. O que chama realmente a atenção é até onde os competidores estão dispostos a competir pela medalha de ouro.
Isso me faz pensar em como muitas vezes competimos na vida: ultrapassamos e fechamos carros para não perdemos nosso lugar no transito de Sampa, aumentamos o volume do nosso som para que o vizinho que gosta de pagode engula pelos ouvidos o nosso rock, tentamos crescer e ganhar promoções no trabalho mesmo que isso signifique atropelar nossos colegas e superiores, e outros competem com o melhor amigo pela garota X e depois que fica com ela o rapaz se cansa dela e corre atrás da garota Y.
O engraçado é pensar que essa sede por competir com os outros existe dentro da igreja, não só na questão de quem tem o melhor ministério, isso vai além, vai até o ponto de quem é mais santo, quem tem mais fé ou mesmo quem vai morar no céu e quem não vai (sério! já vi disso também), bem coisa de fariseu, e essa primazia competidora vem desde a época do cultinho afinal quem não tinha uma certa invejinha do coleguinha que contava mais vitórias da semana e daquele que ganhava todas as competições que a tia fazia.
Vi isso no acampa desse ano, vi como a sede por vencer sobe a cabeça, fui vítima disso na verdade (haha, ano que vem tente apitar algum jogo para você ver como o sangue sobe na cabeça dos times na hora que eles estão perdendo). Competir é a lei, afinal Paulo comparou a vida cristã com uma corrida, devemos competir devemos vencer... nem deve ter passado na mente de quem entendeu assim que o competir e o bom combate se referia a disputar consigo mesmo, com seu "EU", com sua carne, com suas convicções humanas, com a indiferença para com o próximo, com a voz que sussurra dentro do seu ego a falsa regra do jogo: ambição!
Sabe eu quero ver, cenas como essa aqui acontecerem na minha vida, quero abrir mão de fazer um gol para o goleiro adversário ser atendido, quero dar minha vez ao outro, quero carregar a minha cruz sabendo que nela se encontra minha missão que tem como objetivo a vida do próximo não a minha, quero ver meu ego sendo suprimido pelo amor de Deus. Nisso sim, eu quero ganhar a medalha de ouro!
por Gutojardim





