17 março, 2010

Toca do Estudante - Lugar Seguro no Campus



A motivação de tudo! (Um lugar seguro no campus!)

Toca - Vocábulo talvez pré-romano. Substantivo feminino.

1. Buraco no tronco de árvores, na terra ou na pedra onde se abrigam vários animais; covil; furna.
2. Figurado – biboca.
3. Figurado – abrigo, refúgio.
Fonte: Dicionário Aurélio Buarque de Holanda

É com o terceiro significado que nos identificamos melhor. Um mundo novo se descortina diante de nós quando chegamos à universidade. Novos amigos, novas idéias, às vezes nova moradia.

Nem sempre é fácil a adaptação, na verdade não é nada fácil, a grana acaba rapidinho, as leituras e os trabalhos se acumulam e muitos de nós pensamos até em desistir, os professores já não nos dão tanta atenção como nos tempos do colégio e nos sentimos sós, apesar de muitas vezes estarmos rodeados de centenas de pessoas.

Só o que queremos é um lugar onde nos refugiar, ou melhor, um lugar seguro de onde possamos observar o movimento para tentarmos entender o que se passa, para conhecermos melhor essa nova cultura, sem que ninguém fique a nos questionar ou a investigar quais são os nossos propósitos ali. Era assim que eu me sentia, e confesso, às vezes ainda me sinto.

Mas não precisamos viver desse jeito, tem muita gente que nos entende, estudantes como nós, que passaram ou passam pelas mesmas situações, nos apoiamos mutuamente.

Assim podemos classificar a Organização Toca do Estudante: “Uma ferramenta de integração e apoio entre estudantes universitários.”

Promovemos acampamentos, churrascos, baladas, passeios, pic-nics, festas, sessão de cinema, momentos de reflexão, congressos, intercâmbios internacionais e o mais importante; criamos situações onde se pode fazer uma boa amizade que durará para sempre.

Tudo isso dentro de um ambiente seguro e tranqüilo.

Quer fazer amigos eternos? Entre em contato conosco, navegue pelo site e descubra boas oportunidades!!!!!

Um abraço!!!! Seja bem vindo!!!!

Libério


Ouça o Libério no Podcast Irmãos.com #75: A Ditadura da Incredulidade

Mais informações sobre a Toca do Estudante aqui!

Livres 2010




Esse ano tem Livres 2010! Um dos melhores eventos cristãos para os jovens no Brasil!

O Livres 2010 é realizado pelo Ministério Livres Para Adorar, que vem marcando presença na cena nacional pelas ótimas músicas e pela luta travada pelo evangelho puro e simples! E o JayCBe vai marcar presença!

Esse ano a conferência conta com a participação de vários convidados de peso, entre eles:

- Leeland
- Nívea Soares
- Pr. Ariovaldo Ramos
- Prof. Adauto Lourenço

Data: 21 e 22 de Maio
Local: Nova Bola de Neve Church (antigo Olympia)
Valor: R$ 30,00 (avulso) - R$ 60,00 (integral)

Siga o Livres 2010 no Twitter!

Mais informações aqui!


por Gutojardim

11 março, 2010

Como Jesus é diferente

Cristianismo - Como Jesus é diferente from iPródigo on Vimeo.



Mark Driscoll começa a conclusão de sua série de cosmovisões mostrando e explicando como Jesus é diferente e vai muito além de uma religião.

+ vídeos aqui

Conectando-se às pessoas



O dilema do ser humano sempre foi conectar-se adequadamente a outros indivíduos. Tentando teorizar a respeito destas conexões, há milhares de livros de auto-ajuda facilmente encontrados em qualquer livraria. Há inclusive quem afirme que, da felicidade ao sucesso financeiro, tudo depende primordialmente de como nos relacionamos.

Alguns defendem que a expressão “conexão” está intimamente ligada ao momento tecnológico em que vivemos, principalmente pela influência da internet no cotidiano urbano. Mas é muito mais do que isso. O sucesso de cada ferramenta que surgiu nos últimos 10 anos da internet é como uma resposta ao anseio de conectar-se e comunicar-se que está dentro de cada indivíduo. Isso é da natureza humana. Divinamente moldada pelo Criador.

Já percebeu como um culto pode parecer chato e entediante? Por que isto acontece se o conteúdo da mensagem transmitida continua o mesmo em dois mil anos de cristianismo? A resposta é óbvia. Perdemos a capacidade de interagirmos com o público. Até mesmo nas conversas mais informais, há uma tendência natural de que as gerações se distanciem pela maneira de conceber o mundo e expressar isto em palavras.

Enquanto a idade nos faz buscar estabilidade em todo os aspectos da vida (do humor à realidade financeira), as próximas gerações não estão nem um pouco preocupadas com isto. Cada indivíduo da geração seguinte sente-se livre para contemplar um mundo que vai além da segurança e do conhecimento empírico adquirido pela geração anterior. Este é o poder que todo adolescente sente… a sensação de poder enxergar mais que o mundo inteiro! E será que estão errados?

Como então nos conectarmos às pessoas desta geração? É bem simples. Basta renunciarmos a nossas posições confortáveis. É indispensável que a “verdade” não seja dissociada do contexto cultural e secular. Não há (e talvez nunca houve) uma separação entre gerações e culturas; nem tampouco entre secular e sacro. Tudo sempre esteve diretamente conectado. Então, compreendendo como tudo está interligado, passamos a nos relacionar com os indivíduos em todos os aspectos possíveis. Influenciamos e nos deixamos influenciar não apenas pelos conceitos filosóficos, mas também pelas cores, pelos sons e pelos aromas. Vivendo em meio a esta geração, sobrarão oportunidades de revelar a imensidão de um Deus que é cheio de detalhes e infinito em possibilidades.

Talvez nossa dificuldade esteja no fato de que nós mesmos não conhecemos Deus nesta profundidade. Preferimos permanecer na segurança do Cristo distante, que não participa de toda expressão artística, por causa de sua provável aparência humanista.

Até o sentido de “humanista” fica diluído ao nos relacionarmos com Deus e com as pessoas nesta intensidade. O ser humano deixa de ser o poderoso anti-cristo e passa a ser parte de uma criação maravilhosa e perfeita. Caída sim, mas ainda cheia da graça de Deus que se estende sobre toda a terra.

Quanto ao culto entediante, há maneiras simples de evitar isto. É preciso que cada indivíduo sinta-se parte do todo. As conexões pessoais devem ser intensas. Estas conexões se expressarão intensas também coletivamente. A pregação deverá deixar de ser um mero sermão e passará a ser uma história fantástica sobre pessoas de verdade. Pessoas acessíveis e humanas como você e eu. No meio de cada história, haverão dezenas de oportunidades para explicações expositivas. Mas o principal é como uma pregação possui o poder de conectar-se pessoas. Há nelas o poder de tirar um indivíduo da cadeira, levá-lo a mundos que ele nunca imaginou. Haverá choro, riso e êxtase em cada instante. Cada palavra será inesquecível. Marcará as pessoas como fogo. E terminará trazendo todos de volta à realidade, mas com o desafio de elevarem-se diariamente às dimensões maravilhosas que somente a palavra de Deus é capaz de apresentar.

Como transformar seu “sermão” nisto? Comece VIVENDO intensamente todas estas coisas. Naturalmente as pessoas acreditarão quando tudo isto for verdade em sua própria vida. Daí em diante, não saberá falar de outras coisas. Não saberá mais como evitar as conexões com todos que estiverem à sua volta. E aqueles que se permanecerem se afastando do relacionamento, serão expurgados pelas intenções de seus próprios corações.

Igreja. Conexões. Cultura. Música. Cores. Evangelho. Como dissociar estas palavras?

Não é possível ser um autêntico cristão enquanto não assumirmos o grau necessário de exposição de nossas vidas. Quem não está disposto a ficar nu diante do mundo, jamais exercitará a plenitude de sua capacidade de conectar-se às pessoas que Cristo ama.


retirado de SOLOMON1 por Ariovaldo Jr.

Havia uma Rosa no caminho...



- 0800... 98... tãrãrã... tã...

Uma voz jovem feminina atende:

- Mister Gás, Maria Rosa, em que posso ajudá-lo?

- Preciso ver qual é o problema com o meu gás encanado. Eu já solicitei o reparo, mas, até agora, nada!!

Vamos congelar um pouquinho esse diálogo. O solicitante é o Ricardo Mattoso, que adquirira por excelente preço – de um sujeito que havia comprado na planta - um bom apartamento num condomínio em local nobre da cidade. O apê era novinho, mas o morador anterior tivera de mudar-se às pressas para outro país, de modo que precisara vendê-lo por menos do que o imóvel realmente valia.

- Pois não... com quem eu falo? – perguntou a moça.

- Meu nome é Ricardo Mattoso Júnior.

- Endereço...? – Condomínio Jules Rimet, Edifício Rembrant, Apt. 404.

- Ahan... sim, Sr. Mattoso, o motivo da ligação é que o senhor não foi atendido quanto à reinstalação do gás encanado?

- Isso mesmo.

- O senhor mandou o fax atualizando os dados?

- Eu mesmo não mandei, mas o síndico do prédio, que é meu amigo, mandou por mim.

- O senhor tem o comprovante do envio do fax?

- Minha filha, ele mandou porque confirmou comigo no dia seguinte!

Mattoso estava começando a se irritar. Já estava imaginando as respostas do tipo “vou estar verificando”, “vou estar providenciando”, “o senhor pode estar enviando o fax...” – ah, como ele detestava esse gerundismo usado abusiva e desnecessariamente pelo pessoal de teleatendimento!

- Perdão, senhor, mas era só pra confirmar. Sem o fax, a gente não tem como saber. Eu estou procurando aqui, mas não estou achando.

A voz do solicitante foi mudando de registro e ganhando tonalidades ásperas.

- Vocês devem ter perdido por aí. Que ele mandou, mandou! Foi anteontem. A pessoa que atendeu na primeira vez disse que o reparo seria feito no dia seguinte, que foi ontem. Pois até agora, não vi nada! Vocês são muito burocráticos e não dão a devida atenção pro cliente. É sempre assim!

- Perdão novamente, senhor, mas é que eu já até pedi à minha colega aqui do lado pra verificar, e ela não encontrou o seu fax. O senhor se importaria de mandar outra vez? Mande para 4004.0205, aos cuidados de Ana Maria. Ela é a responsável por esse tipo de solicitação e enviará o serviço, no máximo, até amanhã, antes de meio-dia. Isso eu posso garantir porque não tem ninguém na fila.

Nessas alturas, o homem já havia perdido totalmente a paciência. Estava com o apartamento semipronto. Ele e a esposa haviam combinado de receber gente em casa no dia seguinte, mas o Mattoso já estava com medo de o serviço falhar e retrucou sem esconder a ira.

- Fazer o quê, né, minha filha?! Aqui eu não posso usar gás de botijão, senão usava! Eu vou receber visita amanhã e preciso do gás. Mas, nesta altura, já estou com medo de vocês furarem de novo!!! Maldita a hora que eu fui confiar que vocês mandariam o serviço! Pelo amor de Deus...! Mas tudo bem. Eu vou mandar a droga do fax.

Ditas essas palavras, desligou o telefone, irado!

À noite, houve reunião do grupo familiar da igreja, dessas que alguns chamam de grupo pequeno, célula ou algo semelhante. Foi um momento bom. Ricardo compartilhou a bênção de ter adquirido o imóvel por um preço quase inacreditável. Todos se alegraram, oraram, abençoaram a casa nova do irmão e se congratularam com o casal.

Depois da reunião, o lanchinho. Conversa vai, conversa vem, alguém puxou assunto sobre direitos do consumidor, dessas coisas de desgastes entre clientes e prestadores de serviços, etc. Foi nessa que o nosso amigo aproveitou para contar o que havia acontecido durante o dia. Estava feliz, porque havia esculachado com a moça da Mister Gás. Soltara o verbo, a ponto de a moça ficar sem graça. Ora, onde já se vira uma coisa dessas? A solicitação tinha sido feita com antecedência, e os caras não haviam feito coisa nenhuma...!!!

No caminho de volta pra casa, dentro do carro, a mulher comentou:

- O Manoel, aquele teu amigo que é síndico do bloco, não mandou o fax, sabia? Ele disse pra mim, hoje de manhã, pediu pra te avisar. Disse que a máquina emperrou. Mas tem uma coisa legal: sabia que a Rosinha trabalha na Mister Gás? Ela até tava lá, no grupo familiar. Até estranhei que ela não falou nada quando você comentou o que havia acontecido. Em vez disso, ficou calada, séria... sei não...

- Puxa, se eu soubesse, falava com ela. Teria resolvido o problema.

- Mas só que tem uma coisa: lá o nome dela é Maria Rosa, e não Rosinha. Você podia ligar pro teleatendimento e pedir pra falar com ela. Todo o mundo da igreja que precisa resolver essas coisas com a Mister Gás fala com a Rosinha...


por Zazo, o Nego

08 março, 2010

O Fio da História



8 de Março, Dia Internacional da Mulher

Lá estavam elas, ao som dos teares, tecendo com fio lilás os tecidos que deveriam vestir e aquecer outros corpos - roupas que elas mesmas jamais vestiriam. Já próximas ao limite de suas forças, exaustas pelas 16 horas de lida diária, as operárias ainda encontravam ânimo para socorrer companheiras que se esvaíam tuberculosas; para saudar crianças recém-nascidas que saltavam pra dentro da vida ali mesmo, sob os teares; e para chorar as envelhecidas jovens que aos 30 anos agonizavam em seus postos e se despediam de sua breve vida.

Entretanto, embaladas pelo ritmo das máquinas, e com o colo molhado pelas lágrimas, gestavam sonhos de esperança: salários dignos, melhores condições de saúde, jornada de trabalho que lhes permitisse abraçar mais longamente suas crianças, beijar mais ternamente seus maridos e saborear um pouco mais a comunhão à mesa na simplicidade dos seus lares.

Contagiadas por esse sonho, foram compartilhá-lo com o patrão. Mas o patrão, indignado com tamanho absurdo julgou ser este um caso de polícia e resolveu transformar aquele sonho divino em um pesadelo infernal. No dia 8 de março de 1857 as portas da fábrica Cotton de Nova York foram trancadas e o edifício transformado em um grande crematório onde 129 mulheres foram sacrificadas. Mas a fumaça daquele holocausto espalhou-se por todo lugar levando consigo o sonho daquelas mulheres, contagiando e sensibilizando pessoas em todo o mundo que se encarregaram de tornar realidade aquele ideal.

Mártires cremadas, fios lilases, gestantes de um mundo melhor inspiraram Clara Zetkin, a propor, durante o Congresso Internacional de Mulheres realizado na Noruega, em 1910, a instituição do Dia Internacional da Mulher. Desde então, a cada 8 de março, mulheres e homens reafirmam sua tarefa como tecelãs e tecelões de uma nova História.


De Luiz Carlos Ramos e Edemir Antunes Filho (via Rede CLAI de Liturgia)

04 março, 2010

Casa na praia vira pesadelo ambiental



Ação criada pela Lew'Lara\TBWA para o Instituto Akatu alerta para a falta de limites do consumo, mesmo quando isso impacta a natureza de modo negativo.

Para conhecer o que os brasileiros estariam dispostos a fazer para realizar um grande sonho de consumo, o Instituto Akatu Pelo Consumo Consciente solicitou à Lew'Lara\TBWA uma campanha sobre o tema. A partir daí, a agência criou uma ação que extrapolaria até mesmo os limites das praias.

A ousada campanha oferecia um empreendimento residencial construído na areia da praia de Pitangueiras, no Guarujá. Os compradores morariam na praia. Com uma orla totalmente construída e uma pergunta às pessoas: e se para ter um apartamento na praia, a praia tivesse que desaparecer?

Para tornar a ação ainda maior o Instituto Akatu e a Lew'Lara contaram com a parceria do programa Fantástico, da Rede Globo. O que era para ser apenas uma campanha publicitária em São Paulo acabou se tornando um grande projeto em quatro capitais que também ganharam seus projetos fictícios.

Utilizando assinaturas como "Viva na primeira ilha de Floripa", "More no maior cartão postal do mundo" (Rio de Janeiro), "Viva na primeira ilha de Brasília" (Brasília) e "More na areia da praia com direito a piscina natural à prova de tubarões" (Recife). A campanha dos supostos empreendimentos convidava as pessoas a conhecerem os edifícios por meio das mídias tradicionalmente usadas em lançamentos imobiliários.

A ação fictícia continha folhetos, estande de vendas, site, brindes e folders. Além disso, um anúncio em avião reforçava a comunicação "Praia lotada nunca mais. Exclusive Beach". Para monstrar a reação das pessoas, câmeras escondidas filmaram os atores/vendedores dos estandes conversando com os consumidores. O planejamento de mídia contou ainda com anúncios de jornal e site onde são registradas as opiniões do público.

Parte da ação foi exibida no domingo 28, com os resultados da campanha no Guarujá, Recife e Florianópolis. As três cidades aprovaram o empreendimento. No próximo domingo, 7, vão ao ar os resultados de Brasília e Rio de Janeiro. Veja a reportagem no site do Fantástico (clique aqui).

Além de fazer parte da equipe que criou a campanha, André Laurentino, VP de criação da Lew'Lara, participou da reportagem. O profissional comentou a resposta de uma pessoa que foi entrevistada na matéria. A mulher afirmava que se não tivesse dinheiro suficiente para comprar um imóvel, ela entraria na Justiça para que outras pessoas não pudessem adquiri-lo. Laurentino observou que o comportamento nada a tinha a ver com preocupações com os impactos à natureza e sim uma relação egoísta com o empreendimento.

Sobre a ação em si e todo planejamento envolvendo a campanha, o criativo da Lew'Lara ressalta que será cada vez mais comum o uso de mais plataformas para se contar uma hístória. "Criar o meio é tão necessário quanto criar o conteúdo".

A campanha tem criação de Pedro Rosa e Roberto Kilciauskas, com direção de Victor Sant'Anna, Felipe Luchi, André Laurentino e Jaques Lewkowicz. A produção ficou por conta da Piloto, sob direção de cena de Daniel Soro e Alexandre Chalab. Katia Bontempo, Dani Toda e Cristiane Leopacci são responsáveis pelo RTV.


retirado de m&m online

03 março, 2010

É pau, é pedra



É um resto de toco, um caminhão basculante, um monte de areia no asfalto. Um carro em fila dupla, alguém saindo do supermercado. Alguém procurando vaga fugindo do estacionamento. É o buraco na rua, é o recapeamento, pedestre na faixa, é alguém fechando o cruzamento. É motoqueiro por todo lado, motoboy atabalhoado. É a sexta-feira de chuva, é o ônibus quebrado. É a avenida interditada, a Vinte e Três de Maio parada. É a Marginal entupida, é o bueiro destampado, a kombi velha encalhada. É o idoso atravessando a rua, o menino correndo atrás da bola, a perua voltando da escola. O marronzinho na esquina, o rodízio em andamento, um carro de porta aberta com um marido ciumento. É a pista bloqueada, a feira no meio do caminho, é o homem lavando a calçada, um vira-lata correndo sozinho. É a fumaça do escapamento, um chato com o dedo na buzina. É a Eletropaulo na esquina, o zelador de bicicleta, é a caçamba de entulho da obra que faz barulho. É o caminhão da Comgás, a obra da Sabesp, o buraco do Metrô e o poste da Telesp. É a mulher com o cachorrinho, é a galera na rua, as mesinhas do barzinho. É a blitz no viaduto, a sirene da ambulância, a manobra tão sem jeito atrapalhando a circunstância. É o apressado atrasado, o velhinho atrapalhado, o domingueiro no volante. É a hora, é o horário, a greve dos metroviários. É o atropelamento gerando cento e setenta quilômetros de congestionamento.

O trânsito de São Paulo bem pode ser uma metáfora da vida. Ou pelo menos de fases da vida. Abaixo da fotografia a legenda resume tudo: não flui. Bem que gostaríamos que a vida fosse uma free way, uma auto-estrada de alta velocidade. Correríamos rumo aos destinos desejados sem embaraços nem obstáculos. Chegaríamos rapidamente, sempre, sem imprevistos, sem desvios ou atrasos. Transitaríamos por ruas e avenidas sem buracos ou interdições, não precisaríamos desviar de ninguém e nada atrapalharia nosso caminho. Logo pela manhã ou no início da semana faríamos o planejamento de atividades, e um de cada vez iríamos cumprindo os compromissos agendados. Sem correria, sem contratempos, sem stress. Mas a vida não é assim. Independentemente de nossas vontades ou desejos, somos obrigados a parar, esperar e mudar de caminho. Algumas vezes precisamos aceitar os atrasos e de vez em quando nos resignar, admitindo que não chegamos ao destino desejado.

Não temos alternativas, senão a lembrança do que nos ensinaram nossos avós: "o que não tem remédio, remediado está". Ajustar as expectativas à realidade, por os pés no chão e seguir na estrada, cuidando para guardar o coração em paz, sem perder a delicadeza, a elegância, a paciência e a generosidade. O segredo está revelado pelo poeta bíblico: quem anda com Deus não tem medo de más notícias, pois as estradas do seu coração estão livres e aplanadas (Salmo 84). A vida abundante não depende de circunstâncias. Está do lado de dentro, no coração de quem tem Jesus por companhia.


por Ed René Kivitz

Napper (ou NapCap)



Quem viaja muito de ônibus vai se amarrar nessa invenção, o Napper (ou NapCap) é basicamente uma mistura de um cachecol e um capuz, com uma diferença, o seu material especial suaviza e absorve os ruídos do local e as vibrações, ou seja, dormir encostado no vidro já não é mais um problema. Agora você pode tirar um cochilo tranquilo em um espaço público de forma tranquila em uma atmosfera tranquila.

O Napper foi criado pela designer Simone Wittmann e possuí também alguns dispositivos móveis que dão um toque especial a ele, por exemplo: dá pra ouvir uma musiquinha enquanto descansa, pois dentro do gorro existem fones de ouvido que estão interligados com o celular via Bluetooth. Ele tem outras funções como: despertador, gravador de voz, e se for dobrado pode se transformar até num travesseiro. E para garantir um sono despreocupado o NapCap vem junto com o NapSecure, um sistema de segurança pra bagagem. Além de manter a mala fechada a trava se integra via bluetooth ao xale e ao seu celular, se a bagagem se afastar mais que um metro de seu proprietário, um alarme soará nos fones.






por Gutojardim

02 março, 2010

Fotos do Terremoto no Chile



Clique na imagem para ver as fotos.

Abaixo o último e-mail do Diego (um dos chilenos que estavam no acampa)

Hola Hermanos!!!!!!...Bueno les escribiré en español, espero que puedan comprender.

Muchas gracias por sus oraciones, hoy al fin pude hablar con mi abuela (que esta en la Zona Critica, Concepción), y gracias a Dios esta muy bien. También pude tener noticias del estado de algunos de los hermanos en Concepción y sus alrededores. Gracias a Dios todos están bien, aunque algunos perdieron sus casas, pero por el momento nadie a perdido a ningún ser querido, están con agua y alimentos, Dios ha sido fiel y les ha provisto de todo lo necesario para poder afrontar estos días dificiles.


Les escribo para darles las gracias por sus oraciones, hace dos días llegaron los militares a la Zona Crítica y ya se esta estableciendo el orden, están terminando los zaqueos y robos por parte de malandras chilenos. También ha comenzado la entrega de alimentos y agua en todas la zonas criticas del país (lugares que fueron desbastados por el terremoto o tsunami).

Les quería pedir que pudieran seguir orando, en la Zona Crítica siguen las REPLICAS mayores a grado 5, (las replicas son terremotos mas pequeños), por favor oren para que Dios tenga misericordia y que las replicas sean terremotos mas pequeños, también que Dios continue protegiendo a su Pueblo de los malandras y que les provea de alimentos y agua, Que Dios les de fortaleza a su pueblo para enfrentar este tiempo dificil y que Dios le hable a la iglesia de Chile,(que debe hacer la iglesia!!). También por sabiduría por la gente del Gobierno.

Chile en este tiempo va a necesitar de toda la ayuda posible, necesitamos hospitales de campaña, puentes mecano, alimentos, agua, y recursos, tanto materiales como de personas, para poder reconstruir las zonas devastadas, les pido que Oren para que Dios tenga misericordia de mi país y provea de lo necesario y que también pueda ser un tiempo donde mucha gente pueda reconocer a Cristo como su Señor.

Por último este Viernes (sexta feria) en mi país se realizara un evento para juntar US$30 millones de dólares para ayudar a construir 30.000 casas www.chileayudaachile.cl, www.radiobiobio.cl/2010/03/02/gobierno-llama-a-poblacion-a-cooperar-con-chile-ayuda-a-chile/. Si pueden colaborar, mucha gente estaría muy agradecida. El numero de Cuenta es el 2702, del Banco de Chile..o Banco Santander.

Mucha gracias por sus oraciones, mensajes, etc....la verdad he podido ver el Amor de Dios a traves de uds.


Diego