20 julho, 2010

Aluguel de amigos



Site aluga 'amigos' nos EUA e Grã-Bretanha a partir de R$ 17

O Rent a Friend (Alugue um amigo) já faz sucesso nos Estados Unidos, onde cerca de 2 mil assinantes pagam US$ 25 dólares por mês (menos de R$ 45) para acessar um banco de dados com 218 mil potenciais amigos.

O usuário deve escolher a amizade, combinar o programa – sexo excluído – e negociar o preço da amizade. As taxas ficam a partir de US$ 10 por hora (R$ 17,5).

O amigo alugado pode fazer companhia para sessões de cinema, passeios no shopping, visitas a galerias de arte.

Os amigos de aluguel também podem servir de guias turísticos, ensinar esportes ou boas maneiras, entre outras atividades.

Serviços similares são bastante populares no Japão, onde é comum a contratação de “amigos” para fazer companhia em eventos sociais.

Pelo sistema, os assinantes do site têm acesso aos perfis e fotografias dos potenciais “amigos”. Quem oferecer serviços de prostituição é expulso da rede.

O fundador do negócio, Scott Rosenbaum, afirma que criou o serviço ao perceber que, embora a internet seja pródiga em sites para busca de sexo ou namoro, falta espaço na rede para relacionamentos “estritamente platônicos”.

“Resolvi dar um passo atrás”, disse ele ao jornal britânico The Times. “Ninguém oferecia amizade.”


retirado de BBC

Grandes Amizades / Tolkien + Lewis



Amizade semelhante, cimentada não só pelos gostos literários comuns, mas pelos valores cristãos compartilhados e defendidos, é aquela que será vivenciada, com momentos de maior proximidade ou afastamento, durante 40 anos, por J.R.R. Tolkien e C.S.Lewis, tão bem retratada no livro de Colin Duriez O Dom da Amizade (Editora Nova Fronteira – 2006 – Rio de Janeiro, tradução de Ronald Kyrmse), como também na biografia do escritor sul-africano escrita por Paulino Arguijo (Tolkien, Ediciones Palabra – 1992 – Madrid).

Não é por menos que a obra prima de Tolkien O Senhor dos Anéis (publicada atualmente pela Martins Fontes em suas várias edições) só tenha sido concluída graças ao alento de Lewis, para quem Tolkien passava os originais, esperando suas críticas e opinião. Já Lewis se inspirou no mundo fantástico da Terra Média para criar as suas Crônicas de Nárnia (publicadas no Brasil pela Martins Fontes em 1997), com um mundo não menos fantástico, tendo ambas as obras sido recentemente levadas às telas do cinema, com milhões de espectadores se deliciando com as aventuras vividas nessas sagas, restauradoras de grandes ideais na alma de todos.

Cada um acabou figurando na obra do outro plasmado num personagem, que sintetiza bem o modo de ser do amigo: o jeito de ser, falar e pensar de Lewis está representado no Barbárvore da saga dos anéis. E Tolkien é, nitidamente, o Dr. Elwin Ramson das obras de ficção científica escritas por Lewis.

É interessante notar, na relação Tolkien-Lewis, a preocupação do primeiro na conversão do segundo de seu ateísmo. Tolkien havia recebido a fé católica de sua mãe Mabel, valorizando-a como seu maior tesouro, pois viu como custou para sua mãe vivê-la, em face das incompreensões e discriminações que sofreu, percebendo o valor que ela dava à sua fé.

A fé de Tolkien segue na linha direta da tradição da mais expoente figura do catolicismo inglês, que foi o Cardeal John Henry Newman (uma ótima biografia do Cardeal é Newman: 1801-1890, escrita por José Morales Marin, Rialp – 1990 – Madri). Como Tolkien, Newman foi professor em Oxford e, como fellow da Universidade, liderou o que ficou conhecido como o Movimento de Oxford, que pretendia encontrar no anglicanismo a via média entre o catolicismo, que consideravam inflexível e esclerosado, e o protestantismo, que lhes parecia flexível demais com doutrinas e ritos. A tarefa que Newman se propôs era a de demonstrar que o cristianismo original dos primeiros tempos da Igreja só havia sido preservado na Igreja Anglicana. Após 5 anos de estudos meticulosos dos primeiros escritores eclesiásticos – os denominados Padres da Igreja – chegava, no entanto e humildemente, à conclusão de que, não obstante falhas pessoais de clérigos e leigos que se pudessem encontrar na Igreja Católica, inclusive de papas, era ela que havia preservado de forma miraculosa a doutrina original de Cristo em seu Credo.

Newman pediu, então, com toda simplicidade, para ser admitido na Igreja Católica (o que ocorreu em 9 de outubro de 1845) e veio a fundar o Oratório de S. Felipe Néri em Birmingham (em 2 de fevereiro de 1849), no qual Mabel e sua irmã May serão recebidas, tendo o Pe. Francis Xavier Morgan, pároco do Oratório, não só ajudado a família Tolkien, mas educado John Ronald e Hilary Arthur, desenvolvendo neles as convicções morais e religiosas que viverão e defenderão até o final de suas vidas.

Tolkien conseguirá, através de sua amizade literária, trazer Lewis para a fé cristã, ainda que, apesar do esforço, não tenha conseguido fazer que passasse da Igreja da Inglaterra para a Igreja Católica. É certo que, no final da vida de ambos, haverá um esfriamento dessa amizade, motivado possivelmente por uma decepção de Tolkien com o amigo, achando que teria emulado seu mundo imaginário, sem reconhecimento referencial e com distorção conceptiva. Seria justo o aborrecimento de Tolkien?

De qualquer modo, Lewis, uma vez convertido, escreverá alguns livros de fantástica sabedoria, tais como Mero Cristianismo, O Grande Abismo, O Sentido do Sofrimento e, que nos interessa mais por agora, Os Quatro Amores (Martins Fontes – 2005 – São Paulo), no qual fala da amizade.

Os quatro amores, numa escala crescente de importância e densidade, seriam:

a) amor de complacência (ou afeição), quando alguma coisa ou pessoa nos agrada;

b) amor de concupiscência (ou eros), quando alguma coisa ou pessoa nos atrai e a queremos para nós;

c) amor de benevolência (ou caridade), unicamente pessoal, quando queremos não a pessoa para nós, mas o bem e felicidade do outro;

d) amor de amizade, que é a mútua benevolência ou bem-querer correspondido.


Ora, como já víamos acima, só há verdadeira amizade onde há doação. Daí que Lewis fizesse uma segunda distinção no campo do amor:

a) amor-necessidade, que todos temos, de sermos queridos e compreendidos;

b) amor-doação, que é a essência do amor, pela entrega sacrificada à pessoa amada, pois, do contrário, o que há é egoísmo e não amor.


Escreve Lewis que, na relação do homem com Deus, o amor do homem é amor-necessidade e o de Deus amor-doação. No entanto, como o binômio necessidade-doação é conformativo de todo amor humano, a correspondência do homem ao amor de Deus se plasma na doação ao próximo por amor a Deus.

Também lembra o insigne professor de Oxford que a amizade surge quando duas pessoas se admiram e descobrem que têm uma visão das coisas que, em parte, é comum somente a elas. E se essa amizade é verdadeira, o fato de encontrarem um amigo comum, com essa mesma visão, não faz enfraquecer a amizade entre ambos, mas ainda a reforça, pois a amizade não é possessiva, mas tende a estender-se a outros, sempre que possível.

Muito do que Lewis escreveu sobre o amor e o sofrimento nas verdadeiras amizades fica excepcionalmente retratado no filme Terra das Sombras (Shadowlands – 1993), em que o escritor inglês é representado pelo ator Anthony Hopkins e a escritora americana com quem desenvolve uma grande amizade – Joy Greesham – pela atriz Debra Winger.


retirado de Solomon

Hillsong United - My Best Friend




Have you heard of the one called saviour?
Have you heard of his perfect love?
Have you heard of the one in Heaven?
Have you heard how he gave his son?
Well I have found this love and
I believe in the son show me your way

I believe in the one called saviour
I believe he's the risen one
I believe that I'll live forever
I believe that the king will come
Because I have found this love and
I believe in the son show me your way

Jesus you are my best friend
And you will always be
Nothing will never change that


Especial para o Dia do Amigo! =)

"Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos." (João 15:13)


por Gutojardim

13 julho, 2010

Sobre Fins e Recomeços



Enquanto espero o Sol raiar, enquanto espero o dia amanhecer, a vida parece recomeçar em cada pequeno fim. Enquanto meus olhos ainda não podem ver a luz, me esqueço de mim, e me procuro em Ti, busco a luz que me fará ver melhor, que me permitirá ver que pertenço a Ti. E nesse ciclo que parece não ter fim, quero me esquecer de mim e quero deixar o Sol brilhar até ser dia Perfeito,e quando a noite vier quero vê-Lo no horizonte anunciando que não é um pequeno fim, mas um grande Recomeço.

E sem saber o que quero, sigo procurando parte perdidas de mim, espalhadas pelo universo. Talvez Deus tenha feito isso de propósito, pra me mostrar que não sou um fim em mim mesmo, mas do outro um recomeço. Eu caçador de mim? Talvez, mas não quero ver esse ciclo de egoísmo se perpetuar, quero ser uma parte de um recomeço que não terá fim. Onde cada um no outro se recomeça, e doa a parte que é sua mas que do outro também faz parte, até que se cumpra e perpetue tal promessa, do Reino que viria.

Ressurreição é isso, um recomeço que parece fim, assim como o dia que termina, que na verdade anuncia que o outro virá, ou a pessoa não egoísta, que de si no outro procura e de si pro outro entrega. A Ressurreição é também uma metáfora encarnada pelo Rei que, de Si deu e quando finalmente teve fim, recomeçou em nós o que na verdade não terminou.


por Isaac retirado de Alguém como eu

Ortegas - Revolução do Amor (Haiti)




Aquele que foi servo e se humilhou
Ensinou o que é amar o que é viver
Ele aprendeu por tudo que sofreu
Entregou a sua vida e amou até o fim.

Ô,Ô,Ô Chegou a hora de se levantar
E mudar toda a história deste lugar
Ô,Ô,Ô Chegou a hora de recomeçar
E viver a revolução do amor

O mundo se pergunta onde estava Deus
No desastre, sofrimento e na solidão?
Nós somos a resposta a este clamor
Ao dar a nossa vida e amar sem fim

Revolução do amor


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Revolução do Amor



Em tempos de instabilidade e mudanças constantes, estive com Matheus, meu segundo filho, no Haiti. Descobri que a nação já sofre há muito tempo: em 72 anos houveram 22 líderes diferentes na nação. Há uma visível pobreza e falta de estrutura na nação como um todo. Mas não vimos um país tão voduizado que esteja sofrendo juízo por essa razão. Ouvimos do pastor Vijané, um homem de Deus, o seguinte: "Deus está usando nossa nação para mostrar aos outros a atitude de adoração e confiança da Igreja em tempos tão difíceis." Jesus anunciou em Mateus 24 que esses fenômenos da natureza aconteceriam predizendo o princípio das dores sobre toda a terra. O Chile, a China, os EUA e outros são uma clara demonstração desta realidade. Então hoje, a Igreja sim, tem papel fundamental nessa situação.

Nossa ida foi ligada ao projeto assistencialista do MAIS (Missão de Apoio a Igreja Sofredora) com recursos financeiros, alimentares, humanos (médicos e engenheiros) e com o apoio espiritual aos haitianos. Todo esse tipo de ajuda pode e deve ser dado pela igreja brasileira, considerada por tanto tempo como o celeiro de missões do mundo. No Haiti, estivemos em cultos em diversas situações: na rua, ao lado dos templos destruídos pelo terremoto, em uma tenda armada em um orfanato sem luz, e em todo o tempo víamos crianças e adultos adorando fervorosamente a Deus. A maioria não tinha uma refeição garantida após o culto e muitos tiveram suas casas transformadas em cabanas, tendas e barracas doadas ou compradas. Ah, mas como adoravam, como se doavam diante de Deus, como clamavam, como levantam as mãos sofridas e santificadas pelo sofrimento! Como eram alegres na presença de Deus!

Fizemos contato com vários líderes de louvor de diferentes igrejas de Porto Príncipe e surgiu a idéia de fazer um clipe com uma canção composta pelo Matheus, "Revolução do Amor" (traduzida para o crioulo, Revolisyon Lanmou). Um grande número de adoradores, líderes e liderados cantaram profetizando o recomeço dessa nação através do amor, tendo como pano de fundo as ruínas de um prédio de uma igreja. Essa canção se tornou uma bandeira, um desafio e ânimo para este povo amado.

Foi neste contexto que surgiu a banda dos Ortegas, meus filhos Rafa, Matheus e Pedro, que buscam pregar esse evangelho de ação com a música, envolvida com o evangelho integral que somos desafiados a não só proclamar, mas viver, fazer, ir, dar, agir, chorar, adorar, levantar os altares caídos, renovar a fé dos cansados. Também outro projeto que visa sensibilizar a igreja brasileira e gerar recursos no meio secular é o documentário sendo produzido pelo cineasta cristão Alyson Montrezol, que através da arte luta pela causa dos aflitos e necessitados.

Diante de tanto desastre e sofrimento, podemos ter uma certeza: esta é a hora de nos levantarmos para viver uma revolução do amor. E assim seremos uma igreja relevante em um mundo que geme pela nossa manifestação - os filhos de Deus!


por Gerson Ortega retirado de Show Gospel

TRUE LIFE...



Nesse fim de semana prolongado aconteceu o Acampa JayCBe 2010 - TRUE LIFE. O pessoal saiu na quinta a noite e voltou só no domingo a noite, aproveitando ao máximo o tempo no acampa. O clima estava bom, sem chuvas e sem frio exagerado. O local era demais, com uma estrutura ótima, tivemos várias atividades, e uma comida muito gostosa. Nos divertimos muito, tivemos muito tempo livre e a serenata foi um ponto positivo a parte. E claro, fomos muito bem servidos musicalmente todos os dias, e os pregadores/palestrantes foram sensacionais (agradecimentos a todos os que ajudaram! Vocês foram e são demais!). Mas esses detalhes decisivos foram ofuscados por um pequeno detalhe, que poderia passar despercebido se não fosse o mais importante, o que realmente se destacou no acampa foi o amor, que esteve presente durante todo o evento!

O amor, é a maior manifestação da presença do Espírito Santo, e o dom mais sublime de uma vida regada a devoção a Cristo, podemos fazer de tudo, porque "Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine. Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, se não tiver amor, nada serei. Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me valerá." (1 Coríntios 13:1-3), e nunca chegariamos aonde queremos, devemos e podemos chegar!

Novas amizades foram criadas, velhas amizades foram fortalecidas, e relacionamentos destruídos foram reconstruídos, e vidas continuam a ser transformadas graças ao amor, amor que vem do Pai, amor que nos faz amar!

A música tema do acampa não poderia ser outra a não ser Revolução do Amor dos nossos amigos Ortegas, que estiveram presentes e nos serviram ao máximo! E é isso que devemos viver, uma Revolução do Amor, uma vida que viva o amor e que leve essa bandeira diariamente aos outros! Fomos chamados a isso, a sermos a transformação que esse mundo quer ver, a sermos a resposta ao clamor dos oprimidos, e muitas vezes o oprimido está sentado ao nosso lado no culto de domingo... Amar é uma ação, é uma escolha, vamos viver o amor, vamos ver esse mundo mudar! Isso é um cristianismo palpável que transforma nossa vida sem sentido em algo real, isso é TRUE LIFE...


por Gutojardim

24 junho, 2010

Aqui jaz, indignado, José Saramago



O escritor português e Prémio Nobel da Literatura em 1998 José Saramago morreu hoje aos 87 anos em Lanzarote. De fato, foi uma grande perda para a Literatura mundial. Sem a menor sombra de dúvidas Saramago foi um dos maiores escritores de todos os tempos. Contudo, Saramago não cria em Deus.

Certa feita ao ser questionado se a doença havia mudado a sua percepção de Deus, o famoso escritor , respondeu perguntando "por que mudaria?", acrescentando que foram os médicos e a sua mulher que o salvaram. "Por que precisamos de Deus? Nós o vimos? A Bíblia demorou 2000 anos para ser escrita e foi redigida por homens", declarou. Além disso, ele ainda disse que a Bíblia é um "desastre", cheia de "maus conselhos, como incestos, matanças". Saramago também afirmou que foi o homem quem inventou Deus, o Diabo e o purgatório, que "hoje está desqualificado".

Pois é, Saramago acabou de descobrir que o Senhor Deus está vivo. A cegueira por ele fabricada durante toda a sua existência, definitivamente acabou. O grande pensador, agora verdadeiramente enxerga que o Senhor criador dos céus e da terra reina soberanamente e que há de julgar todos os homens segundo os seus delitos e pecados.


retirado de Púlpito Cristão

23 junho, 2010

Algo que as escolas não ensinam



1. A vida não é fácil — acostume-se com isso.

2. O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.

3. Você não ganhará R$20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.

4. Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.

5. Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.

6. Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.

7. Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.

8. Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido… RUA!!! Faça certo da primeira vez!

9. A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.

10. Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.

11. Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles.


Obs: Erroneamente essas 11 "regras" são atribuidas a Bill Gates, que como diz a lenda urbana ditou elas em um discurso de 5 minutos em uma escola secundária, porém na verdade esses conselhos são de autoria de Charles J. Sykes, autor de 50 Rules Kids Won't Learn in School.


por Gutojardim

21 junho, 2010

Uma luz surgiu naquela manhã de domingo




Mais de 1.300 jovens da Faith Church de Budapeste (Hungria) celebraram o Domingo de Páscoa de uma maneira beeeem diferente. O vídeo já tem + de 500 mil cliques.

Faith Church é a maior igreja evangélica da Hungria e uma das quatro maiores da Europa cristã. Foi fundada em 1979 por um grupo de sete crentes húngaros liderados pelo Pr. Sándor Németh, que continua à frente da igreja até hoje. Suas atividades e líderes foram monitorados durante 10 anos pelo regime secreto comunista e só em 1989, quando a Hungria tornou-se uma república parlamentarista, a Faith Church foi reconhecida pelo Estado como denominação. Segue o modelo bíblico de igreja auto-sustentável e não recebe qualquer apoio financeiro estatal. Realiza serviços sociais de ajuda às famílias e cuidados com idosos, além de oferecer ensino (mantendo várias escolas), formação e serviços de informação cultural. Mais de 60 mil fiéis frequentam regularmente os cultos da Faith Church e a televisão transmite ao vivo o culto dominical. Há aproximadamente 300 filiais da igreja funcionando em todo o país e para além das fronteiras da Hungria, como Alemanha e Estados Unidos, onde os cultos são realizados em propriedades privadas. Seu maior templo está localizado em Budapeste e tem capacidade para cerca de 10 mil pessoas.

Aqui vc conhece um pouco + da visão e do trabalho desenvolvido pela Faith Church.


retirado de Pavablog