10 setembro, 2009

No Limite



Quantas vezes você já ouviu as seguintes perguntas. Se é pecado beber? Se é pecado fazer sexo? Se é pecado se divorciar? Se é pecado namorar? Se é pecado fazer tatuagem? E tantos e tantos outros “SE”...

Quantas respostas você já ouviu para cada uma dessas perguntas?

Ontem um rapaz veio me dizer que não queria ir à igreja, pois teria que fazer sexo somente após o casamento. E eu respondi a ele para que deixa-se aquilo de lado e fosse na igreja, e que essa questão ele resolveria depois.

O que me chamou a atenção nessa simples conversa, foi o fato de que há uns anos atrás eu responderia esse pergunta de uma maneira bem diferente, seria algo como “é verdade, você só pode fazer sexo depois do casamento”.

Qual a diferença entre ambas as respostas?

A resposta antiga é simples, mas no fundo ela é terrível. Traduzindo seria algo como “é verdade, você terá que deixar esse pecado, mas já que você o ama tanto, fique ai com ele”.

Perguntas como essas nos trazem duas opções. Ou concordamos e logo condenamos, tentando convencer a pessoa do pecado com os nossos próprios argumentos, e assim nos esquecendo de que quem convence do pecado, da justiça e do juízo é o Espírito Santo através de Jesus Cristo. Ou deixamos esse pequeno detalhe de lado e deixamos que o Espírito Santo faça a obra dele.

Em João 8 Jesus ensina uma mulher sobre o pecado do adultério, mas diferente do que os Fariseus esperavam ele não a apedreja e nem a condena, mas muito mais que isso, ele a ama.

Pensando nisso vejo que a igreja a atual tem vivido NO LIMITE. No limite de até onde eu posso, no limite do que eu posso ou eu não posso fazer, no limite do que é certo e do que é errado, no limite de até onde isso é ou não é pecado.

Foi isso que Jesus realmente veio pregar na terra? Ele veio falar sobre o que podemos fazer e até onde podemos ir?

Não! Definitivamente não!

Ele nos trouxe um novo mandamento e é somente ele que eu quero seguir:

“Um novo mandamento lhes dou: Amem-se uns aos outros. Como eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros. Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros”. (João 13:34)


por Mariherman

4 comentários:

Gutojardim disse...

Estamos vivendo no limite a todo o momento e deixamos de viver na liberdade do amor e da graça de Deus!

thiago disse...

isso tem o fétido cheiro da religião!

Alexandre disse...

Essa é umas das coisas mais dificeis na hora de se evangelizar,tem q se ter muita cautela na hora de discutir isso com uma pessoa q ñ é da igreja,muitas vezes se perde uma pessoa para Jesus por causa desse fator da sexualidade no meio cristão

José Augusto Neto disse...

Gostaria de dizer, que em primeiro lugar sou uma pesssoa em processo contínuo, a Igreja é o meu refúgio em Deus, gosto de estar nas reuniões de oração, das ministrações em libertação, carater, enfim... É o nosso quartel general, onde Deus nos recebe e cura todas as nossas chagas e ferídas. Deus nos ajuda amigos, e nunca desiste de nós, o que está acima de toda a proibição, ou qualquer ato permissível, será apresentado no dia do juízo, isso é certo! Falo por mim, às vezes exagero em meus comentários, forço um pouco a barra, e quando essa verdade me salta aos olhos, ao coração, vou de encontro à Deus, pedindo perdão, me corrigindo e dando à ELE liberdade de trabalhar no meu coração. Meus amigos, vão à Deus sem reserva, apresente os pecados lastimáveis e áqueles que infelizmente gostamos, temos o prazer de praticar. Não se engane meus queridos, pois à Deus ninguém pode enganar... Pense nisso!!!